Confira fotos abaixo:
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(-:Gracinha de Souza:-)
O recorde anterior pertencia ao filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", dirigido por Bruno Barreto em 1976, que contava com 10,735,525 milhões de espectadores.
você me dar” diz a letra da música “Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel“. Se fôssemos, nós mulheres pediríamos a ele uma joia de presente neste Natal!
Berloque de ouro amarelo com quartzo, rubi e citrino da coleção Diane von Furstenberg by H.Stern (R$ 18 mil)
Berloque de quartzo fumê envolvido por brilhantes Vivara (R$ 21.805)
Brinco com ágata preta oval, pequenos diamantes e franja de ouro branco Jack Vartanian (R$ 13.980)
Brinco de ouro amarelo com rubis em cascata Talento Jóias (preço sob consulta)
Entre as peças, colar de ouro amarelo com quartzo incolor em prisma Antonio Bernardo (R$ 20.500) e colar de ouro amarelo com citrinos H.Stern (R$ 20.500, também)
Brinco de ouro amarelo polido em calotas luminosas Antonio Bernardo (R$ 5.980)
Pulseira de quartzo azul com detalhes em topázio vermelho Vivara (R$ 11.430)
Brinco de ouro amarelo em formato de bicho de seda Carla Amorim (o modelo também está disponível em ouro rosa, R$ 8.940)
Fonte: Site www.cadaminuto.com.br





Nem mesmo os médicos, que estão acostumados a lidar com todo tipo de queixa. Cirurgiões plásticos, ginecologistas e especialistas em sexualidade consultados pelo UOL Ciência e Saúde concordam em um ponto, quando a mulher tem um problema funcional, como a perda da elasticidade da vagina que pode ocorrer após sucessivos partos naturais, o procedimento cirúrgico é realizado sem maiores questionamentos.
À medida que procedimentos como a lipoaspiração tornam-se mais comuns, mulheres ganham coragem para modificar partes mais íntimas do corpo. Já se a mulher procurar o cirurgião apenas por uma questão estética, provavelmente vai se deparar com opiniões diferentes. Alguns médicos acreditam que é legítimo querer reduzir os grandes ou pequenos lábios vaginais porque o volume gera desconforto durante a penetração ou a atividade física. Mas esculpir ou clarear a genitália só para ficar igual à última estrela da Playboy não faz sentido para muitos especialistas, ainda que a paciente insista que a mudança vai beneficiar sua vida sexual."É preciso deixar claro para a paciente que, assim como acontece com seios e narizes, vulvas e vaginas têm uma variedade imensa de tamanhos, formatos e cores", afirma o ginecologista Michael Goodman, que diz realizar cerca de três cirurgias íntimas por mês em seu consultório na Califórnia. "Se depois de receber aconselhamento, às vezes até psicológico, ela continuar querendo, a decisão é dela, não é mais minha", opina Goodman. O médico está coordenando uma das primeiras grandes pesquisas sobre esse tipo de procedimento nos EUA, que deve ser concluída no fim deste ano. O objetivo é avaliar não apenas as técnicas empregadas e possíveis complicações, mas o quanto elas beneficiam a auto-estima e a vida sexual das mulheres. Assim como no Brasil, faltam estatísticas sobre cirurgias íntimas na literatura internacional. Ele conta que há basicamente três perfis de pacientes interessadas nesse tipo de procedimento. O primeiro é de mulheres jovens, com cerca de 18 anos, que têm vergonha do volume exibido ao colocar uma roupa mais justa. "Elas observam as modelos nas revistas, ou as colegas na piscina, e ficam constrangidas", diz. As cirurgias mais comuns, nesse caso, são a labioplastia e a lipoaspiração no púbis, ou "monte de Vênus" (esta última é procurada inclusive por homens, já que o acúmulo de gordura nessa região pode deixar o pênis um pouco escondido). A estudante de pedagogia Elizabete, de 22 anos, faz parte desse grupo. Há três meses, ela submeteu-se à redução dos grandes lábios, por achar que eram maiores que a média. "Tinha vergonha de colocar o biquíni, aquela saliência me incomodava muito", relata. Ela diz que o incômodo da cirurgia dura apenas uma semana e que foi preciso ficar 45 dias sem relações sexuais, "mas valeu muito a pena". Outra parcela de pacientes, de acordo com Goodman, é composta por aquelas mulheres que passaram por um ou mais partos naturais e querem corrigir os músculos do períneo ou estreitar o canal vaginal. E o terceiro grupo é de pacientes mais maduras que se queixam da flacidez dos lábios vaginais ou também da perda de elasticidade na vagina provocadas pelo tempo. Para ele, é hipocrisia criticar a cirurgia íntima para fins estéticos numa época em que colocar silicone nos seios virou rotina nas clínicas. Mas é preciso ser cauteloso. "O médico deve gastar seu tempo com a paciente para entender o que está por trás da vontade de operar, antes de decidir se vai ou não realizar o procedimento", pontua.
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De acordo com o relatório da ONU, Estatísticas de Saúde do Mundo, divulgado neste ano, o Japão (ao lado de San Marino) é o país com a maior expectativa de vida do planeta, com 83 anos. Uma outra pesquisa, publicada recentemente no Jornal Europeu de Nutrição Clínica, comprovou que as pessoas que seguem uma dieta japonesa saudável têm cerca de 40% menos sintomas de depressão do que aquelas que não a seguem. Dá para entender o porquê destes números com um olhar mais atento sobre um cardápio básico da comida japonesa. As preparações levam pouca ou nenhuma gordura saturada (o tipo que é nocivo ao organismo) tornando os pratos mais leves, os alimentos crus preservam 100% dos nutrientes e, além disso, são ricos em substâncias importantes para preservar a saúde, como o ômega 3 do salmão, que previne contra doenças cardiovasculares, ou o lentinan dos cogumelos, que reforça o sistema imunológico.
A seguir, você confere uma lista de benefícios obtidos com os carros-chefes nutricionais da alimentação japonesa. Se você ainda não se rendeu a ela, veja o que a sua saúde está perdendo.
Tofu: equilíbrio hormonal:
Pesquisadores da dieta japonesa atribuem o consumo dele como um dos fatores para a baixa incidência de algumas doenças como certos tipos de câncer (mama, próstata e cólon), doenças cardiovasculares e osteoporose nas populações orientais, principalmente da China e do Japão. Por ser um derivado da soja, o tofu contém as mesmas propriedades da leguminosa. É uma excelente fonte de proteínas, além de ser rico em minerais como cálcio, fósforo e magnésio. Em 100 gramas de tofu, 85% são água e 7.5 gramas são proteínas e ainda pesa pouco na dieta. O alimento tem apenas 70 calorias. A soja contém uma classe de fito-hormônios chamados de isoflavonas (ou isoflavonoides), antioxidantes que reduzem a taxa de colesterol ruim (LDL) no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares. Uma outra boa notícia para as mulheres é que as isoflavonas contidas na soja exercem uma forte atividade hormonal, equilibrando as quantidades do hormônio estrógeno e amenizando os sintomas da menopausa.
Wassabi: boa digestão:
A pasta feita da planta wasábia (ou rabanete japonês) contém potássio, cálcio, magnésio, fósforo e vitamina C. Usada como condimento, ela ajuda na digestão, principalmente de comidas gordurosas. Trata-se de um alimento tão termogênico como o gengibre, que ajuda a acelerar o metabolismo, porém, deve ser ingerido com moderação, por causa da sensibilidade de cada um ao ardor que a raiz provoca.
Saúde para todos os gostos:
Os pratos frios são a cara da culinária japonesa, mas o cardápio nem de longe fica restrito ao sushi e ao sashimi. Quem prefere opções quentes, principalmente no inverno, também pode fazer escolhas saudáveis e balanceadas. Fazem parte desta turma a tradicional missoshiro (sopa de soja), os domburis (as receitas trazem variações com arroz, legumes, carne e frango), peixe grelhado com legumes refogados, além do clássico Yakissoba. A receita de macarrão oriental com carne, frango e legumes ao molho de soja é uma refeição que traz diferentes grupos de alimentos, todos importantes para um prato completo e equilibrado: tem massa, proteína animal e vegetal e legumes. Para uma das refeições diárias, é um opção perfeita.